14/02/2022 23:04 - Destaques
No último dia 3 de fevereiro, a cidade de Buenos Aires, capital da Argentina, presenciou cenas intrigantes com as dezenas de pessoas mortas e outras hospitalizadas após o consumo de cocaína. Na ocasião, pelo menos 24 óbitos foram confirmados em virtude do consumo da droga. Diante do cenário, a polícia argentina realizou investigações e conseguiu apreender amostras do entorpecentes para posterior encaminhamento a laboratórios. O resultado foi divulgado essa semana e surpreendeu. Na mistura com o pó havia carfentanil, um anestésico para elefantes.
Conforme informações do Clarín, a substância foi identificada por peritos do laboratório da Promotoria de Munro e, também pela investigação da Polícia Científica de Buenos Aires. Conforme estudos, o anestésico é uma droga muito forte, cujo efeito é 10 mil vezes mais potente que o da morfina. A DEA, órgão responsável pelo combate ao tráfico de drogas nos Estados Unidos, recomenda que os agentes nem sequer toquem em apreensões suspeitas de conterem carfentanil.
Traficante preso e extraditado
A Argentina determinou a expulsão e proibiu a entrada, de forma permanente, do principal detido pela venda de cocaína adulterada na capital do país, Buenos Aires. O paraguaio Joaquín Aquino, conhecido como “Paisa”, foi preso pela polícia na quinta-feira (03), após operações realizadas em toda a zona norte e oeste da cidade. “A Direção Nacional de Migrações (DNM), que depende do Ministério do Interior, ordenou a expulsão do país com uma proibição permanente de reentrada de Joaquín “Paisa” Aquino ligada ao caso da cocaína envenenada”, informou a entidade em comunicado oficial.
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