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<figure class="image"><img src="https://clicemfoco.com.br/admin/uploads/noticias/d8ae45cb38077be9065ceca7416d5d10.jpg"></figure><p>A morte de Gerson de Melo Machado, de 19 anos, conhecido como “Vaqueirinho”, após invadir a jaula de uma leoa em João Pessoa (PB), neste domingo (30/11), expôs uma trajetória marcada por pobreza extrema, transtornos mentais não tratados e abandono familiar. A conselheira tutelar Verônica Oliveira, que o acompanhou durante oito anos, diz estar “arrasada.”</p><p>Segundo a profissional, ela contou que Gerson, um jovem que cresceu sem apoio familiar, tinha o sonho de ir à África para “domar leões”. “Filho de uma mãe com esquizofrenia, com avós também comprometidos na saúde mental, vivia numa pobreza extrema”, relata.</p><p>Desde pequeno, ele repetia o desejo de viajar para a África e domar leões. Verônica conta que o sonho foi mencionado por ele diversas vezes nas conversas no Conselho Tutelar.</p><p>Em uma das situações mais graves, o adolescente tentou acessar um avião clandestinamente, episódio relatado por ela nas redes sociais. Ele tentou ir, no trem de pouso de um avião, para aquele continente, mas foi descoberto antes.</p><p>O jovem já havia sido detido dez vezes e estava solto desde sexta-feira (28).</p><p><strong>O caso</strong></p><p>Gerson invadiu, neste domingo, a jaula de uma leoa no Parque Arruda Câmara, conhecido como Bica, em João Pessoa, na Paraíba, e morreu após o ataque do animal.</p><p>Em nota oficial, a Prefeitura de João Pessoa informou que o homem “escalou rapidamente uma parede de mais de 6 metros, passou pelas grades de segurança, usou uma árvore como apoio e entrou no recinto da leoa”.</p><p>O zoológico foi imediatamente fechado após o ataque, e as visitas foram suspensas. Ainda não há previsão para a reabertura.</p><p>Leoa</p><p>A leoa ficou “estressada” e em “choque”. A informação foi confirmada pelo veterinário do parque, Thiago Nery.</p><p>Segundo Nery, o animal passou por treinamentos que ajudaram a equipe a contê-lo sem uso de armas ou tranquilizantes. “Ele obedeceu e voltou para o recinto, mas houve demora porque estava muito estressado e em choque”, explicou.</p><p>A leoa está sendo monitorada por veterinários, biólogos e zootecnistas. O acompanhamento deve continuar nas próximas semanas.</p><p>Com informações CNN e G1</p>
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