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<figure class="image"><img src="https://clicemfoco.com.br/admin/uploads/noticias/8f53d2752261bf5d02af27acffb6f29e.jpeg"></figure><p>[</p><p>Sete anos após o desaparecimento do gerente do Sicredi de Anta Gorda, Jacir Potrich, o mistério segue sem qualquer explicação oficial. No dia 13 de novembro de 2018, o bancário, então com 55 anos, foi visto pela última vez ao retornar de uma pescaria. Ele entrou em casa, limpou os peixes e, depois disso, nunca mais apareceu.</p><p>Imagens de câmeras de monitoramento mostraram Jacir chegando à residência e circulando pelo pátio. As gravações também registraram o vizinho, Carlos Alberto Weber Patussi, apontado pela polícia e pelo Ministério Público como principal suspeito, levantando uma câmera que captava imagens da casa de Potrich. Os dois estiveram no mesmo local pela manhã daquele dia.</p><p>A Polícia Civil abriu investigação e iniciou buscas, mas desde o começo o caso se mostrou complexo. Não havia corpo, testemunhas diretas ou provas materiais conclusivas. Ainda assim, as suspeitas recaíram sobre Patussi, que chegou a ser preso duas vezes ao longo do processo, mas foi solto por falta de provas.</p><p>Durante a investigação, uma linha de apuração considerou a possibilidade de Jacir ter sido morto e o corpo ocultado por carbonização. Uma área de vegetação queimada na propriedade do suspeito, aliada a interceptações telefônicas, reforçou essa hipótese. Porém, nenhuma das evidências foi suficiente para sustentar uma acusação formal.</p><p>Em 2020, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o arquivamento do processo contra o vizinho, encerrando juridicamente a investigação por ausência de provas conclusivas. Desde então, o caso permanece sem desfecho.</p><p>Hoje, sete anos depois, a família de Jacir Potrich e a comunidade de Anta Gorda seguem convivendo com a falta de respostas. O caso pode ser reaberto caso novas evidências surjam, mas até o momento o paradeiro do gerente continua desconhecido.</p><h3>Perguntas que ficaram sem respostas</h3><p>Mesmo após sete anos, uma série de questões seguem sem explicação e continuam atormentando a comunidade e a família de Jacir Potrich. Onde está o corpo do bancário? O que realmente aconteceu entre o momento em que ele limpou os peixes e o instante em que deixou de aparecer nas imagens? Qual foi o último contato de Jacir antes do desaparecimento? Houve algum tipo de motivação concreta para o crime? A possível carbonização do corpo realmente ocorreu? Por que a câmera do vizinho foi ajustada justamente naquele dia? E, acima de tudo, quem foi o responsável pelo desaparecimento? Sem respostas para essas perguntas, o caso permanece um dos maiores mistérios da região.</p><figure class="image"><img src="https://rduirapuru.com.br/wp-content/uploads/2025/11/casa-do-bancario-300x199.jpeg" alt=""></figure><ol><li><strong>Quem era o bancário?</strong><br>Jacir Potrich tinha 55 anos, era gerente do Sicredi em Anta Gorda e muito conhecido na comunidade. Levava uma rotina tranquila, tinha bom relacionamento com colegas e vizinhos e costumava praticar pescaria em momentos de lazer.</li><li><strong>O que teria motivado o assassinato?</strong><br>A investigação nunca encontrou uma motivação concreta. A Polícia Civil e o Ministério Público trabalharam com a hipótese de um desentendimento entre vizinhos, mas nada foi comprovado. Não há registro de brigas anteriores que justificassem um crime.</li><li><strong>Como está a investigação?</strong><br>O caso foi arquivado após anos de apuração sem provas conclusivas. Embora houvesse suspeitas sobre o vizinho, nenhum elemento material sustentou uma denúncia. Hoje, oficialmente, não há investigação ativa.</li><li><strong>A investigação pode ser reaberta?</strong><br>Sim. A Polícia Civil pode reabrir o caso caso surjam novas provas, testemunhas ou elementos que indiquem um novo caminho de investigação.</li><li><strong>O investigado como assassino está preso?</strong><br>Não. Carlos Alberto Weber Patussi, apontado como principal suspeito, foi preso duas vezes ao longo do processo, mas acabou solto por falta de provas. Em 2020, o Superior Tribunal de Justiça determinou o encerramento do caso. Atualmente, ele está em liberdade.</li></ol><p><i><strong>Fonte: Rádio Uirapuru</strong></i></p>
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